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26 de novembro de 2012

Astrônomos descobrem bolhas gigantescas na Via Láctea

Bolhas galácticas

Usando dados do Telescópio Fermi, uma equipe de astrônomos e astrofísicos identificou uma gigantesca estrutura que abrange mais da metade do céu visível, espalhando-se a partir do eixo central da Via Láctea.

A partir do centro da galáxia, as duas bolhas prolongam-se em direções opostas, cobrindo da constelação de Virgem até a constelação de Grus.

Astrônomos descobrem bolhas gigantescas na Via LácteaMas como é que algo tão grande nunca havia sido visto antes?
A chave é o Telescópio Espacial Fermi, da NASA, o mais sensível detector de raios gama já lançado ao espaço. Raios gama são a forma mais energética da luz.

Outros astrônomos que estudaram os raios gama não haviam detectado as bolhas em parte por causa de um "nevoeiro" de radiação gama que aparece em todo o céu.

Essa neblina de alta energia surge quando partículas se movendo perto da velocidade da luz interagem com a luz e com o gás interestelar na Via Láctea.

A equipe do telescópio refina constantemente seus modelos, de forma a descobrir novas fontes de raios gama obscurecidas por esta emissão difusa.

 Redação do Site Inovação Tecnológica - 10/11/2010








Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bolhas-via-lactea-raios-gama&id=010130101110 

A cor da Via Láctea



A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz.

"Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh
Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. 

A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica.
Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea.
 Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra.

Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve.

Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

 







A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/01/17/cientistas-listam-quatro-descobertas-recentes-sobre-o-universo.jhtm
A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/01/17/cientistas-listam-quatro-descobertas-recentes-sobre-o-universo.jhtm
A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

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A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/01/17/cientistas-listam-quatro-descobertas-recentes-sobre-o-universo.jhtm
A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

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A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/01/17/cientistas-listam-quatro-descobertas-recentes-sobre-o-universo.jhtm
A COR DA VIA LÁCTEA A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz. "Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas", diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca. A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica. Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea. Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na terra. Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve. Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/01/17/cientistas-listam-quatro-descobertas-recentes-sobre-o-universo.jhtm

6 de novembro de 2012

William Bonner associa o furacão Sandy ao fim do mundo



O furacão Sandy, que desde o início da semana causa estragos e muita destruição nos Estados Unidos, fez com que as pessoas lembrem da profecia Maia, que aponta o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012.

Cientistas dão conta de que nesta data a Terra estará alinhada com o sol e com o centro da galáxia, onde existe um buraco negro. E há quem diga que esse alinhamento da Terra com o buraco negro pode provocar uma mudança no campo magnético do planeta e com isso gerar fenômenos devastadores da natureza, como tsunamis, vulcões, terremotos e outras catástrofes.
Por isso muita gente nesta semana de furacão Sandy na Terra do Tio Sam relembrou a profecia, que, se for verdadeira, estaria faltando apenas 61 dias para acontecer.




Fonte: http://imirante.globo.com/namira/noticias/2012/11/01/pagina322578.shtml

18 de outubro de 2012

Planeta com quatro sóis é descoberto por astrônomos nos EUA

PH1 é pouco maior que Netuno e fica a cerca de 5 mil anos-luz da Terra.
Até hoje, apenas seis planetas são conhecidos por orbitar dois sóis.

 

Astrônomos da Universidade Yale, nos EUA, e cientistas amadores do projeto Planet Hunters (Caçadores de Planetas) identificaram o primeiro sistema planetário com quatro sóis, a cerca de 5 mil anos-luz da Terra.
O planeta PH1, um provável gigante gasoso pouco maior que Netuno e seis vezes maior que a Terra, orbita duas estrelas que, por sua vez, são orbitadas por outro par de astros distantes. O fenômeno é chamado de "planeta circumbinário em um sistema de quatro estrelas".
A descoberta foi feita em uma revisão de dados do telescópio Kepler, da agência espacial americana (Nasa). Até hoje, apenas seis planetas são conhecidos por orbitar dois sóis, mas nenhum deles são circundados por um sistema binário distante, como nesse caso. Lançado em março de 2009, o Kepler tem como objetivo pesquisar exoplanetas – planetas fora do Sistema Solar – semelhantes à Terra que giram em volta de estrelas.


Planeta com quatro estrelas (Foto: Haven Giguere/Yale University)
 O PH1 dá uma volta completa ao redor das duas estrelas a cada 137 dias. A Terra, por exemplo, conclui um giro em torno do Sol a cada 365 dias – ou um ano. Um dos astros tem massa 1,5 vez a do Sol e o outro, 0,41. Já as outras duas estrelas mais afastadas ficam, em relação ao PH1, a uma distância de cerca de 900 vezes o espaço entre a Terra e o Sol.









Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/planeta-com-quatro-sois-e-descoberto-pela-primeira-vez-por-astronomos.html

Estudo aponta indício de que impacto gigante pode ter formado a Lua

Cientistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, e da Universidade de Bristol, no Reino Unido, divulgaram um estudo com evidências que reforçam a ideia de que a Lua pode ter sido formada após o impacto gigante de um corpo celeste contra uma versão primitiva da Terra.
A pesquisa, publicada na edição online da "Nature" desta quarta-feira (17), compara isótopos de zinco encontrados em pedras vulcânicas lunares com a composição do zinco encontrado na Terra e em Marte.
Concepção artística de uma colisão planetária mostram um impacto similar ao que teria ocorrido na Terra, levando à criação da Lua (Foto: Divulgação/Nasa/JPL-Caltech)
Segundo os cientistas, os isótopos lunares são mais pesados e parecem ter sido formados em um grande processo de vaporização, mais do que em atividade vulcânica ocorrida na Lua. O zinco serve como uma "pista" para a história da formação dos planetas, diz o estudo.
Outras duas pesquisas sobre o mesmo assunto foram publicadas na edição online da revista "Science" desta quarta-feira (17). Cientistas da Universidade Harvard e do Southwest Research Institute, ambos nos EUA, simularam em computadores como seria a colisão de uma Terra primitiva com um grande corpo celeste, para analisar a viabilidade da teoria.
Tanto o estudo de Harvard quanto o do instituto reforçam a ideia do impacto e apontam que a teoria pode estar certa, levando em conta o formato que a Lua tem atualmente e a angulação da Terra.


Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/estudo-aponta-indicio-de-que-impacto-gigante-pode-ter-formado-lua.html

Lua azul..


Lua azul e sua magiaA Lua Azul acontece, em média:
• Uma vez a cada dois anos e sete meses;
• Sete vezes a cada dezenove anos; e
• Trinta e seis vezes num século.
• Isso se deve a que um mês terrestre tem em média 30,5 dias enquanto o mês lunar tem 29,5 dias.

É chamada de Lua Azul, por ser a 2ª Lua Cheia dentro do mesmo mês. É um momento fantástico para trabalhar o eu interior, a religiosidade, a intuição e potencializar os poderes psíquicos.


Favorece ainda a prosperidade e a abundância como um todo. A Lua exerce incrível influência sobre nós uma vez que nosso corpo é constituído 70% de água e, essa influência atua no corpo emocional.







Fonte:http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=6216

7 de outubro de 2012

Descoberto açúcar em torno de estrela jovem!!

Descoberto açúcar em torno de estrela jovem
Astrônomos descobriram moléculas de glicoaldeído - uma forma simples de açúcar - no gás que circunda uma estrela binária jovem, com massa semelhante à do Sol, chamada IRAS 16293-2422. Esta é a primeira vez que açúcar é descoberto no espaço em torno de uma estrela desse tipo.[Imagem: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/L. Calçada (ESO) & NASA/JPL-Caltech/WISE Team]
Açúcar espacial
Usando o telescópio móvel ALMA(Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) uma equipe de astrônomos descobriu moléculas de açúcar no gás que rodeia uma estrela jovemsemelhante ao Sol.
Esta é a primeira vez que açúcar é descoberto no espaço em torno de uma estrela tipo solar.
Segundo a equipe, a descoberta demonstraria que os chamados "blocos constituintes da vida" se encontram no local certo, no momento certo, de modo a serem incluídos em planetas que estejam se formar em torno da estrela.
"No disco de gás e poeira que circunda esta estrela recém-formada encontramos glicoaldeído, uma forma de açúcar simples não muito diferente do açúcar que pomos no café," explica Jes Jorgensen (Instituto Niels Bohr, Dinamarca), o autor principal do artigo científico que descreve estes resultados. "Esta molécula é um dos ingredientes na formação do RNA, que - tal como o DNA, ao qual está ligado - é um dos blocos constituintes da vida."

Achada galáxia mais antiga do Universo

NASA, ESA, G. Illingworth (University of California, Santa Cruz), R. Bouwens (University of California, Santa Cruz and Leiden University), and the HUDF09 Team
Achada galáxia mais antiga do Universo


SÃO PAULO – Usando o Telescópio Espacial Hubble, astrônomos fotografaram o objeto mais distante já encontrado no Universo.
A 13,2 bilhões de anos-luz, 150 milhões a mais do que o objeto que detinha o recorde anterior, a pequena galáxia se formou apenas 480 milhões de anos após o Big Bang – a grande explosão que teria dado origem a todo o universo há 13,7 bilhões de anos.O pequeno e apagado objeto é uma galáxia compacta de estrelas azuladas. Seria preciso juntar mais de 100 dessas mini-galáxias para formar a Via Láctea.
O Hubble só conseguiu visualizá-la com suas câmeras de comprimentos de onda infravermelhos. Ela é muito jovem e pequena para ter a forma espiral característica das galáxias do Universo local. Embora suas estrelas não apareçam na resolução da foto, há evidências que sugerem que esta é uma galáxia compacta de estrelas muito quentes, que teriam se formado a partir de um gás preso em um bolsão de matéria escura.
Por enquanto, as evidências apontam para uma taxa de nascimento de estrelas que aumentou 10 vezes entre 480 milhões e 650 milhões de anos após o Big Bang.

24 de setembro de 2012

Como foi formado nosso Sol??

No processo de formação do Universo, os átomos, por força da gravidade, se aglomeraram em imensas nuvens no espaço...

Essas nuvens foram ficando cada vez mais densas, exatamente pela mesma força da gravidade.

A têndência dessa masa é girar em torno de um centro (o centro de gravidade) e vários centros de gravidade deram origem à concentração localizada de massas.


Essas massas localizadas deram origem ao Sol e aos planetas que hoje vemos no nosso sistema solar e a todas as outras estrelas e planetas da Via Láctea, a Galáxia à qual pertence nosso planeta Terra.


O Sol é um planta gasoso (na verdade nas zonas centrais o Sol é um planeta de plasma)
Os gases explodem a todo o instante gerando calor e luz.
     Concepção Artística Mostrando a Formação do Sol e Sistema Solar. A região mais clara corresponde à estrela em torno da qual estão orbitando alguns planetas do Sistema Solar em formação.

23 de setembro de 2012

Câmera mais poderosa do mundo dá os primeiros cliques do espaço!

Composição de imagens feita pela DECam, a câmera mais potente do mundo, traz em detalhes a parte central do aglomerado de estrelas 47 Tucanae, que fica a 17 mil anos-luz da Terra. A câmera de 570 megapixels foi construída nos últimos oito anos por cientistas, engenheiros e técnicos de três continentes para o Dark Energy Survey - projeto busca decifrar a energia escura, fonte que pode explicar a expansão do espaço Dark Energy Survey Col
 A DECam capta uma galáxia espiral barrada (NGC 1365) no aglomerado de galáxias de Fornax, que fica a mais de 60 milhões de anos-luz da Terra. A câmara é capaz de registrar, a cada clique, a luz de 100 mil galáxias situadas até uma distância de 8 bilhões de anos-luz Dark Energy Survey Collaboration
laboration.

Telescópio


Para poder observar o Sol a partir da Terra, a Lua e as estrelas mais de perto são necessários telescópios potentes, situados nos observatórios espaciais, que mostram o espaço com maior profundidade. Em 1946, o astrônomo Lyman Spitzer havia sugerido usar um telescópio no espaço, mas a tecnologia, o equipamento ótico e as viagens espaciais não estavam suficientemente desenvolvidos naquela época.
Foi apenas em 24 de abril de 1990 que colocaram um observatório espacial em órbita ao redor da Terra - comandado pelas autoridades espaciais da NASA e ESA, dos Estados Unidos e da Europa, respectivamente.
Este foi o primeiro de uma família de quatro telescópios espaciais do Grande Programa de Observatório da NASA, seguido pelo observatório Compton Gama Ray em 1991 e pelo observatório Chandra X-ray em 1999.
Em agosto de 2003, houve o lançamento do quarto e último telescópio do programa da NASA – a unidade telescópica infravermelha (SIRTF).
Ao contrário dos telescópios terrestres, esses telescópios espaciais podem observar dentro das profundezas do espaço, sem interferências da atmosfera terrestre. Eles podem ver qualquer coisa que o olho humano não consiga, por exemplo: a nebulosa de Orion, feita de 3.000 estrelas bebês, as quais têm menos de um milhão de anos (em termos espaciais, este tempo é quase nulo).

21 de abril de 2012

Venus

    Vénus é o segundo planeta a contar do Sol e o sexto maior. A sua órbita é a mais circular, 
com uma excentricidade de menos de 1%.Vénus (Grécia: Afrodite; Babilónia: Ishtar) é a deusa 
do amor e da beleza. O planeta tem este nome provavelmente porque é o mais brilhante dos
planetas conhecidos na Antiguidade (com algumas excepções, as características geográficas
de Vénus têm nomes femininos.
      Venus é o objecto mais brilhante do céu, além do Sol e da Lua.              
A rotação de Vénus é um pouco invulgar, pois é extremamente lenta (243 dias terrestres por cada dia em Vénus, um pouco maior que um ano venusiano) e retrógrada. Em adição, os períodos da rotação de Vénus e da sua órbita são sincronizadas, dado que apresenta sempre a mesma face em direcção à Terra quando os dois planetas estão na sua maior aproximação. Não se sabe se este efeito de ressonância é apenas coincidência ou não.
Vénus é por vezes tido como irmão da Terra. Nalguns aspectos são muito semelhantes:
  • Vénus é apenas um pouco mais pequeno que a Terra (95% do diâmetro da Terra, 80% da massa da Terra).
  • Ambos têm poucas crateras, o que indica superfícies relativamente jovens.
  • As suas densidades e composições químicas são similares.
      Vénus provavelmente teve grandes quantidades de água tal como a Terra, mas evaporou-se toda. É agora muito seco. A Terra sofreria também este destino se estivesse um pouco mais perto do Sol. Conseguiremos aprender muito mais sobre a Terra ao estudar o porquê de Vénus se ter tornado tão diferente.